Café Filosófico

A proposta do Café Filosófico é oferecer espaço para a discussão sobre o impacto do pensamento ético-filosófico no nosso cotidiano. Em sintonia com os objetivos do Instituto Ciência e Fé e em parceria com o Curso de Graduação e o Programa de Pós-Graduação em Filosofia, os eventos acontecem periodicamente no Café da FTD Digital Arena, e conta sempre com a presença de um renomado intelectual que provoca as reflexões e os debates.

Os temas

Mary del Priore

Possui graduação em História pela PUC-SP e doutorado em História Social pela USP, Especialização e Pós-Doutorado pela Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales. Atualmente é professora do Programa de Mestrado em História da Universidade Salgado de Oliveira. Tem pesquisas na área de história colonial, história da cultura, história de gênero. É sócia titular do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, sócia do Instituto Histórico e Geográfico do Rio de Janeiro, sócia correspondente do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, sócia do P.E.N Club do Brasil, acadêmica correspondente da Academia Paraguaya de la Historia, da Academia Nacional de la Historia de Argentina, da Academia Colombiana de La Historia, da Real Academia de La Historia de Espanha, da Academia Portuguesa da História, do Instituto Historico e Geografico del Uruguay e membro do Conselho Consultivo da Confederação Nacional do Comércio, sócia da Academia Carioca de Letras.

11 de abril de 2018  | Campus Joinville | Católica de Santa Catarina

12 de abril de 2018  | FTD Educação Digital Arena | PUCPR

INSCRIÇÕES

 

Olgária Matos

Possui graduação em Filosofia pela USP, mestrado em Filosofia pela Université Paris 1 (Panthéon-Sorbonne), doutorado em Filosofia e livre-docência pela USP. Cursou seu pós-doutorado na Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales. Atualmente é professora titular da Universidade de São Paulo e do programa de pós-graduação em comunicação da Universidade de Sorocaba, além de professora do curso de filosofia da Universidade Federal de São Paulo. Ganhadora do prêmio Jabuti e precursora do Café Filosófico no Brasil.

7 de junho de 2018  | FTD Educação Digital Arena | PUCPR

INSCRIÇÕES

 

Regina Herzog

Possui graduação em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, graduação em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, mestrado em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e doutorado em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Pós-doutorado na George Washington University (Washington/USA). Atualmente é professora associada do Programa de Pós-graduação em Teoria Psicanalítica do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Membro do Acordo Internacional ‘Trauma e catástrofe hoje’ estabelecido entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Université Paris-Diderot; Coordenadora do Núcleo de Estudos em Psicanálise e Clínica da Contemporaneidade (NEPECC); Integrante do Laboratório de pesquisas avançadas em psicanálise e subjetividade (LAPSU).

16 de agosto de 2018  | FTD Educação Digital Arena | PUCPR

INSCRIÇÕES

2017 | Somos todos corruptos? Ética e o jeitinho brasileiro

Considerado legalmente como um ato de desvio institucional, a corrupção não está presente somente nas Instituições. Esse ato já se tornou uma atitude de muitos seres humanos em seu próprio dia a dia. Qual a diferença entre o desvio de milhões de dólares para uma conta da Suíça e ultrapassar o sinal vermelho por não haver policiais vigiando? A questão que precisamos nos fazer e que o filósofo Immanuel Kant pode nos ajudar é: não somos corruptos porque isso é um ato ruim em si mesmo ou por que temos medo das possíveis punições decorrentes disso? Existiria aí, então, uma ação desinteressada por parte dos sujeitos ou nossas ações estariam todas condicionadas a um resultado final? Carregaríamos a marca da corrupção original de querer ser mais que Deus, no entanto, agora reificada para contextos atuais, onde queremos ser mais do que os outros a qualquer custo?

***

Programação 

 

Renato Janine Ribeiro

Doutor em Filosofia pela USP, livre-docente em filosofia e professor titular de ética e filosofia política na mesma universidade. Ex-ministro de Estado da Educação e ex-Diretor de Avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Publicou O Afeto Autoritário, A Marca do Leviatã e Por uma Nova Política.

18 de abril de 2017  |  Campus Londrina | PUCPR

 

Luiz Felipe Pondé

Doutor em Filosofia Moderna pela USP e pós-doutor em Epistemologia pela University of Tel Aviv. Atualmente é professor assistente da PUC-SP, professor titular da Fundação Armando Álvares Penteado e professor convidado da Universite Catholique de Louvain. É colunista do Jornal Folha de S. Paulo e comentarista do Jornal da Cultura.

6 de junho de 2017  |  FTD Educação Digital Arena | PUCPR

 

Maria Lucia Santaella Braga

É pesquisadora 1A do CNPq, professora titular dos programas de pós-graduação em Comunicação e Semiótica e Tecnologias da Inteligência e Design Digital da PUC-SP. Doutora em Teoria Literária pela PUC-SP e Livre-docente em Ciências da Comunicação pela USP. Publicou 44 livros e organizou 16, além da publicação de perto de 400 artigos no Brasil e no exterior. Recebeu os prêmios Jabuti (2002, 2009, 2011, 2014), o prêmio Sergio Motta (2005) e o prêmio Luiz Beltrão (2010).

12 de setembro de 2017  |  FTD Educação Digital Arena | PUCPR

 

2016 | Morrer no Ocidente

“(…)Cumpriu sua sentença e encontrou-se com o único mal irremediável, aquilo que é a marca de nosso estranho destino sobre a terra, aquele fato sem explicação que iguala tudo o que é vivo num só rebanho de condenados, porque tudo o que é vivo morre(…)”

João Grillo, personagem de Ariano Suassuna no Auto da Compadecida.

 

“Morrer no ocidente” não é somente o título de uma das obras mais consagradas do grande pensador francês Philippe Ariès. É antes, e sobretudo, a pergunta fundamental pelo destino humano; por um ‘acontecimento’ que, mais cedo ou mais tarde, abarcará a todos. Juntamente com o questionamento de Ariès, de como se passou da morte familiar e domesticada da Idade Média à morte maldita e interdita de nossos dias, o Café Filosófico de 2016 pretende compreender como diferentes saberes trabalham a ideia da morte, tornando este ‘acontecimento’ uma reflexão não somente em relação aqueles que já partiram, mas principalmente sobre aqueles que permanecem.

 

Programação 

 

Leandro Karnal | A morte como acontecimento estético

Doutor em História Social pela USP, pós-doutorado pela Universidade Nacional Autónoma do México e pelo Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS), em Paris. Professor de História na UNICAMP, tem diversos livros publicados, entre eles, Teatro da Fé, História dos Estados Unidos, Conversas com um Jovem Professor, Pecar e Perdoar, entre outros.

Data: 23 de maio de 2016  |  Horário: 19h30  | Local: Café do 2 ° andar do prédio da Escola de Educação e Humanidades (bloco amarelo)

 

Vladimir Safatle | É possível ter a experiência da própria morte?

Possui graduação em Filosofia pela USP, graduação em Comunicação Social pela Escola Superior de Propaganda e Marketing, mestrado em Filosofia pela Universidade de São Paulo e doutorado em Lieux et transformations de la Philosophie, pela Université de Paris VIII. Atualmente é Professor Livre Docente do departamento de Filosofia da Universidade de São Paulo. Foi professor visitante das Universidades de Paris VII, Paris VIII, Toulouse, Louvain e Stellenboch (África do Sul), além de responsável de seminário no Collège International de Philosophie de Paris.

Data: 06 de junho de 2016  |  Horário: 19h30  | Local: Café da FTD Educação Digital Arena

 

Scarlett Marton | A morte como instante da vida

Professora titular de Filosofia Contemporânea da Universidade de São Paulo, formou-se em Filosofia pela USP, prosseguiu os estudos na Sorbonne e defendeu o doutorado e a livre-docência em Filosofia na USP. Publicou ensaios em livro e revistas especializadas nos seguintes países: Brasil, Alemanha, França, Itália, Áustria, Espanha, Portugal, Estados Unidos, Colômbia, Venezuela, Argentina, Bolívia e Chile.

Data: 16 de agosto de 2016  |  Horário: 19h30  | Local: Café da FTD Educação Digital Arena

2015 | As Políticas do Perdão

O Café Filosófico de 2015 propõe uma discussão sobre “As políticas do Perdão”. Na mesma medida que proliferam os pedidos de perdão e as cenas de arrependimento, em especial com a implantação, em diversas partes do mundo, das Comissões de Justiça e Paz, vemos aumentar, igualmente ou em maior medida, os crimes de guerra, os terrorismos, as violências cotidianas, extremas e por vezes banais. Diante desse tema tão urgente para nosso tempo, podemos perguntar: o que significa perdoar? Quais são os limites jurídicos, religiosos ou filosóficos do perdão? É possível perdoar o “imperdoável”? Passando por autores como Hannah Arendt, Vladimir Jankélévitch, Paul Ricoeur, Jacques Derrida, Emmanuel Levinas, Giorgio Agamben, dentres outros, três grandes pensadores brasileiros discutirão com o público as perspectivas históricas do tema, mas sempre com um olhar sobre o presente e o futuro.

 

Programação

Peter Pál Pelbart | Imagens do Intolerável

Peter Pál Pelbart é professor titular de filosofia na PUC-SP. Escreveu principalmente sobre loucura, tempo e subjetividade e biopolítica. Publicou  entre outros O avesso do niilismo: cartografias do esgotamento (n-1 edições). Traduziu várias obras de Gilles Deleuze. É membro da Cia Teatral Ueinzz, e coeditor da n-1 edições.

Data: 12 de março de 2015  |  Horário: 19h30  | Local: FTD Digital Arena (PUCPR)

 

Oswaldo Giacóia | Lembrar, Esquecer, Perdoar

Professor Titular do Departamento de Filosofia da Unicamp. Pesquisador 1 B do CNPq. Autor de vários livros, capítulos e artigos sobre Nietzsche, Schopenhauer e Freud. Assessor da Capes, CNPq. Fapesp e Faepex.

Data: 18 de junho de 2015 | Horário: 19h30 | Local: FTD Digital Arena (PUCPR)

 

Jeanne Marie Gagnebin de Bons | Anistia, Esquecimento e Perdão

Professora titular de filosofia na PUC/SP et livre-docente de teoria literária na Unicamp. Trabalha sobre Escola de Frankfurt, em particular W. Benjamin e sobre questões  teóricas da história e da memória (Paul Ricoeur). Últimas publicações: Lembrar. Esquecer. Escrever (2006) e Limiar, aura e rememoração. Ensaios sobre W. Benjamin, 2014, ambos pela Editora 34, São Paulo

Data: 10 de outubro de 2015 | Horário: 19h30 | Local: FTD Digital Arena (PUCPR)

 

Em 2014, nosso propósito foi o de reinventar a virtude.

Mas o que ela significa então? Para muitos pensadores, a virtude “é uma força que age”, que se aprende menos pelos livros e mais pela forma de ser e de existir. Já para outros, ela é uma noção imemorável; fragmento de um estado de coisas outrora inquebrantáveis. O que parece comum às duas correntes e a outras possíveis, é que vivemos numa época de mutação dos valores. A crise das instituições doadoras dos sentidos absolutos, entre ela a própria razão, é apenas um sintoma de algo se apresenta mais profundo e desafiador. Ainda que os canais de comunicação tenham se multiplicado de forma vertiginosa, constatamos o aumento, na mesma proporção, senão maior, dos fundamentalismos, das ortodoxias, das incompreensões.
Da mesma forma, a relativização dos valores se mostrou incapaz de responder de maneira eficaz aos problemas contemporâneos. A falta de referenciais pode nos levar a uma descrença generalizada, com consequências éticas alarmantes para a existência neste planeta (nisso, aliás, encontram-se os fundamentos do niilismo). Talvez tenha chegado o momento, exatamente na metade da segunda década do século XXI, como nos recorda Bernard Stiegler, “de reconstruir uma economia libidinal (uma filia), sem a qual não há cidade, democracia, economia industrial, nem economia espiritual possíveis”.
Quem sabe, como já dizia Michel Foucault na década de 80, uma das saídas éticas para a contemporaneidade, a exemplo de algumas escolas filosóficas da antiguidade, é aprimorar técnicas de governo sobre si mesmo, que antes de significarem um solipsismo, apregoam uma constituição de si, pautada num ser-com-os-outros.

Curadoria

Prof. Dr. Fabiano Incerti | Doutor em filosofia e Diretor do Instituto Ciência e Fé da PUCPR

Currículo Lattes Fabiano Incerti 

 

Prof. Dr. Jelson Oliveira| Doutor em filosofia e professor da PUCPR.

Currículo Lattes Jelson Oliveira

 

Confira os photobooks deste projeto

Prof. Waldemiro Gremski | Boas-vindas

O Reitor da PUCPR, Waldemiro Gremksi, dá as boas-vindas aos internautas e convida-os a acessarem o novo site do Instituto Ciência e Fé. Clique na imagem abaixo para assistir.

 

 

Café Filosófico

Café Filosófico 2018

Preconceito e Intolerância: suas raízes, seus efeitos e seus antídotos

Edição de Junho | Olgária Matos

Edição de Abril | Mary Del Priore

Edição Joinville | Mary Del Priore

Café Filosófico 2017 | edição especial

Filosofia e Espiritualidade  | Bortolo Valle e Fabiano Incerti

Café Filosófico 2017 | Somos todos corruptos?

Ética e o jeitinho brasileiro  | Renato Janine Ribeiro

Ética e o jeitinho brasileiro  | Luiz Felipe Pondé

Ética e o jeitinho brasileiro  | Maria Lucia Santaella

 

Café Filosófico 2016 | Morrer no ocidente

A Morte Como Acontecimento Estético  | Leandro Karnal

 

É Possível Ter a Experiência da Própria Morte?  | Vladimir Safatle

 

A Morte Como Instante de Vida  | Scarlett Marton

 

Café Filosófico 2015 | As Políticas do Perdão

As Imagens do Intolerável | Peter Pál Pelbart

Lembrar, Esquecer Perdoar | Oswaldo Giacoia 

 

Lembrar, Esquecer, Perdoar| Jeanne Marie

 

Café Filosófico 2014 | A Reinvenção da Virtude

Justiça e Democracia | Renato Janine Ribeiro

 

A intolerância ou a tragédia do não-diálogo | Eugênio Bucci

 

A felicidade na sociedade da informação e do conhecimento | Viviane Mosé

Cultura e Fé: Novos Olhares

Cultura e Fé: Novos Olhares | A difícil arte de fazer escolhas | Fernanda Pacheco

Maio 2018

Cultura e Fé: Novos Olhares | Transcendência na arte e no pensamento latino-americano | Jorge Luis Borges e a Transcendência

2014

Cristãos comprometidos e o Golpe de 64: fé, resistência e exílio. 

 

Jesus, de Leminski com Paulo Botas e Domingos Pellegrini

Caderno Entrevistas

Os jovens são e sempre serão um tema emergente. Por refletirem o espírito de uma época, eles constituem, por um lado, a fatia geracional mais influenciada pelos vários modelos culturais e sociais que os cercam e, por outro, tornam–se o grupo mais ativo na ressignificação de conceitos e na criação de diferentes formas de existência. Diante disso, algo parece evidente: os jovens são os catalisadores das grandes transformações históricas.

Apresenta-se, assim, o constante desafio de abrir com e sobre eles um diálogo transparente e criativo, a fim de compreender sua condição na atualidade.

Nesse espírito, sentimo-nos motivados a trazer para o debate grandes especialistas na área. E o resultado dessas intervenções — ora provocativas ora inspiradoras — está registrado nestas páginas, na forma de entrevistas que mantêm, sem perder em profundidade, a fluidez e a rapidez de opinião próprias à geração que nos propomos a investigar.

 

Publicação: Instituto Ciência e Fé da PUCPR
Editora: Universitária Champagnat

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A coragem da verdade: O presente e o futuro do pontificado de Francisco

Nada mais atual e oportuno que debater o pontificado de Francisco. Em menos de um ano como bispo de Roma, o primeiro papa lati no-americano da história tem dado sinais visíveis de mudanças no interior da Igreja. Seu modo de pensar e de agir e sua forma de compreender-se como o sucessor de Pedro, têm surpreendido católicos e não católicos.  De hábitos simples, identi fi cado com a opção pelos pobres e com forte impulso modernizante no que se refere à prática e à vida pastoral e litúrgica, Jorge Mario Bergoglio parece decidido a cumprir, em sua plataforma de governo, um dos principais objeti vos do Concílio Vati cano II: o aggiornamento, isto é, a adaptação da Igreja à contemporaneidade.

Publicação: Instituto Ciência e Fé da PUCPR
Editora: Universitária Champagnat

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Mínimo do mínimo para anunciar uma boa-nova à juventude

“O mínimo do mínimo” sobre qualquer coisa exige ir ao fundo do tacho. Essa é uma das frases que Hilário Dick utiliza para explicar seu exercício de cozinhar este doce de livreto… Fiquei pensando nas aventuras de um cozinheiro fazendo seu melhor doce, aquele do qual só ele sabe o segredo: o ponto certo para servir àqueles convidados para experimentar e saborear o oculto que vem do fundo, do íntimo, da essência…

Penso que esse é um dos doces, pois temos outros amigos e amigas cozinheiros, assim como o Hilário, que também fizeram e farão seus doces para celebrar a vida da Pastoral da Juventude. A Pastoral vive seus 40 anos no Brasil, país da diversidade, dos sabores e das culturas diferentes. Nesse doce, constam ingredientes especiais: memória, caminho, opções, pedagogia, estrutura, pessoas e vida, e as muitas doações que não se enxerga…

Interessante como resgatar a memória é ingrediente essencial para pensar o horizonte, para estabelecer os caminhos e as metodologias. Vamos aprendendo que, do caminho feito, temos muito a saborear: anos de descobertas das geografias do continente lati no-americano, desse nosso país e dessas nossas culturas que especificavam e especificam o trabalho da evangelização juvenil. São sabores diversos que fazem o mesmo doce.

Trecho de prefácio escrito por Raquel Silva, assessora da Pastoral da Juventude.

Publicação: Instituto Ciência e Fé da PUCPR
Editora: Universitária Champagnat

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Tau da Travessia – A Teopoética de Milton Nascimento

Esta segunda edição dos Diálogos Contemporâneos tem a responsabilidade de discuti r a fé e a espiritualidade nas músicas de Milton Nascimento. A simplicidade é uma marca da criação artística e do jeito de ser desse gênio “mineiro” e brasileiro, e suas canções tocam profundamente a alma daqueles que estão sensíveis ao inesperado. Suas letras e melodias nos convidam a fazer travessias: falam do amor em todas as dimensões e nos lembram que uma vida, para ter sentido, precisa de buscas, de sonhos, de solidões e de fé. Bituca, como os amigos o chamam carinhosamente, desfaz com sua arte a tênue linha que separa (ou aproxima) a imanência da  transcendência, e nos ensina que somos mais felizes quando sentimos, em nossa existência, a beleza e a angústi a do mistério que nos envolve. Aos poucos, vamos compreendendo as  doces palavras de Elis Regina quando diz que, “se Deus cantasse,seria com a voz do Milton”.

Publicação: Instituto Ciência e Fé da PUCPR
Editora: Universitária Champagnat

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O Legado de Bento XVI para a Igreja e para o Mundo

Com uma clara inspiração no projeto Átrio dos Gentios, do Pontifício Conselho para a Cultura, o objetivo dos Diálogos Contemporâneos se efetiva na criação de pontes entre diferentes visões de mundo. Inserido no universo acadêmico, e a parti r de uma conversa verdadeira sobre assuntos que tangem à existência humana e sua relação com o transcendente, espera-se traçar percursos comuns, nos quais a escuta qualificada e a interlocução transparente se transformem em fontes originárias para as buscas de sentido e para, quem sabe, como nos inspira o Cardeal Ravasi, um aventurar-se pelas altas veredas do mistério — que, paraaqueles que acreditam, traduz-se na experiência de Deus, e para outras pessoas, num encontro com o Desconhecido.

Publicação: Instituto Ciência e Fé da PUCPR
Editora: Universitária Champagnat

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Publicação Teste

Este Caderno que agora temos em nossas mãos é o resultado de um importante projeto do Instituto Ciência e Fé, da PUCPR, denominado Diálogos Contemporâneos. Dialogar é condição necessária do respeito que dedicamos às pessoas, em favor de uma mesma humanidade. Ele é um existencial que aproxima as diferenças, constrói caminhos, vislumbra perspectivas. Sem dúvida, estamos num momento da história em que o diálogo se configura como uma ação vital e imprescindível e que, para acontecer, necessita de lugares reais de acolhida, de iniciativas concretas de encontro e de procedimentos qualificados de comunicação.

Publicação: Instituto Ciência e Fé da PUCPR
Diretor: Fabiano Incerti
Editora: Universitária Champagnat

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Laboratório 2014/2016

 

Legado do Ir. Francisco Rivat e suas implicações para o presente e para o futuro do Instituto Marista.

 

Objetivos do Laboratório:

a) Aprofundar o conhecimento da pessoa e da obra do Ir. Francisco Rivat no contexto da espiritualidade francesa do século XIX e sua implicação para a mística cristã.

b) Contribuir com o Instituto Marista para a perenidade de seu Patrimônio Histórico e Espiritual (PHEM).

c) Preparar a edição crítica bilíngue (francês-português) das obras do Ir. Francisco Rivat.

d) Formar investigadores e multiplicadores qualificados do PHEM.

e) Difundir a pedagogia e a espiritualidade maristas na Universidade e em outros espaços da Instituição.

 

Duração do Laboratório:

Início: agosto de 2014

Término: agosto de 2016

François

 

Confira abaixo os participantes do Laboratório:

Doutora em Ciências Humanas, pela UFSC (2013), com ênfase em Educação,  mestre em Educação, Arte e História da Cultura, pela Universidade Mackenzie (2005); especialista em Gestão do Conhecimento e da Aprendizagem no Ensino Médio; graduada em Letras Português/Inglês pela Universidade Centro de Ensino Unificado de Brasília (1994);graduação em andamento em Pedagogia, pela Universidade do Sul de Santa Catarina – UNISUL; bacharel em Teologia /Catechesi Missionaria pela Pontificia Università Urbaniana (Roma,1988). Membro do Grupo de Pesquisa Estudos Comunicacionais com atuação na linha de pesquisa Cultura e Ambientes Midiáticos.

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Doutoranda em Teologia pela PUC -RJ (Estudo corporeidade e mística em Simone Weil), mestrado na FAJE; Graduação em Teologia pela PUC PR; Graduação em Artes Plásticas pela FAP PR. Professora de Espiritualidade, Introdução à Teologia (divido as disciplinas com o frei Clodovis Boff) e Cultura Religiosa. Coordenadora do Eixo Humanístico.

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Graduado em Filosofia e habilitado em História pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE (1998). Mestre em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUCPR (2010), com concentração em filosofia contemporânea francesa e biopolítica. Especialista em Ensino Religioso pela PUCPR (2001). Especialista em Planejamento e Gerenciamento Estratégico pela PUCPR (2013). Integrante da Comissão Nacional de Evangelização – UMBRASIL e assessor de pastoral.

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Graduado em Desenho Industrial (1986) e Teologia (2004) pela PUCPR. Pós-graduado em Sociologia Política pela UFPR (2006), Mestre em Teologia pela PUCRS (2009) e Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Teologia – PPGT da PUCPR (2014). Colaborador Marista desde 2008, atualmente no Setor de Vida Consagrada e Laicato do Grupo.

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Possui graduação em Filosofia e Licenciatura em História pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (1998), mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (2007) e doutorado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2013). Atualmente é diretor do instituto ciência e fé da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em Filosofia, atuando principalmente nos seguintes temas e autores: filosofia, diálogo ciência, cultura e fé, diagnósticos críticos da contemporaneidade, olhar e escuta, juventudes, Michel Foucault e Martin Heidegger.

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Irmão francês de Chambéry. Doutor em história e professor emérito da Université de Lyon.  Atualmente coordena a Comissão do Patrimônio no Instituto Marista e é responsável pela publicação da história do Instituto Marista. Autor de vários livros e artigos na área, tem duas obras traduzidas e publicadas no Brasil pela Umbrasil: Marcelino Champagnat e os irmãos Maristas: professores congreganistas no século XIX e Introdução à vida de  M.J.B Champagnat.

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Espanhol. Ingressa e inicia seus estudos maristas em 1951. Professa no instituto a perpetuidade em 1963. Licenciado en Ciências religiosas e Humanas em a Unversidade Lateranense (Roma) em 1968. Trabalha em pastoral. Professor de Religião e Filosofia. Master em Educação, com a tese sobre Pedagogia da presença marista. Diretor de Comunicações do Instituto Marista durante seis anos. Coordenador da criação do material do curso Carisma e princípios educativos maristas.

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Graduado em Matemática e Física, pela PUC de Porto Alegre, RS. Especializado em Catequese e Vida Religiosa pelo Instituto Lumen Vitae, de Bruxelas (Bélgica). Secretário Provincial até 2013. Encarregado, na Província, de Cursos na área do Patrimônio Espiritual Marista. Membro da comunidade dos Irmãos da PUCPR.

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Irmão Marista e acadêmico do curso de Ciências Sociais da PUCPR.

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Analista do Setor de Vida Consagrada e Laicato. Tem formação em filosofia e teologia, com mestrado em exegese bíblica, pelo Pontifício Instituto Bíblico, de Roma.

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Ciclos de Conferências

Abertos à comunidade educativa da PUCPR e ao público em geral, os Ciclos de Conferências trazem especialistas de referência das áreas de investigação do Instituto Ciência e Fé. Sempre com temas atuais e provocativos, eles pretendem proporcionar uma discussão ampla, que contribua para a formação acadêmica e pessoal dos participantes.

2017

Perfil do convidado

Michel Maffesoli é professor de sociologia na Universidade de Paris-Sorbonne, diretor do Centro de Estudos sobre o atual e o cotidiano e diretor do Centro de Pesquisas sobre o Imaginário.

25 de abril de 2017 | TUCA | PUCPR

Ingressos: http://cienciaefe.pucpr.br/evento/conferencia-internacional-com-michel-maffesoli/

 

Perfil do convidado

Gilles Lipovetsky é filósofo e professor da Universidade de Grenoble, teórico da hipermodernidade, autor dos livros “A era do vazio”, “O luxo eterno”, “O império do efêmero”, entre outros.

10 de outubro de 2017 | TUCA | PUCPR

Ingressos: http://cienciaefe.pucpr.br/evento/conferencia-internacional-com-gilles-lipovetsky/

2014

O Instituto Ciência e Fé da PUCPR e o Instituto Faraday, da Universidade de Cambridge promoveram a I Conferência e Debate Internacional, que leva como tema: “Ciência e Religião: questões histórias e filosóficas”.

Na ocasião, Hilary Marlow, PhD pela Universidade de Cambridge e diretora do Instituto Faraday, e Mário Antônio Saches, pós-doutor em bioética pela Universidade Pontifícia Comillas e Coordenador do Programa de Pós-graduação em Bioética da PUCPR, foram  convidados para um diálogo sobre o tema.

PUC - Palestra 14.10 - 97

Confira os photobooks deste projeto

 

 

 

Cultura e Fé: Novos Olhares

A partir do encontro com diferentes saberes como a literatura, a história, a psicologia, a economia, a teologia, entre outros; o projeto Cultura e Fé: Novos Olhares foi criado como uma resposta à necessidade de ressignificar constantemente a relação entre os conteúdos e expressões de fé e a contemporaneidade. Com uma metodologia participativa, os convidados interagem com o público, valorizando a construção coletiva do conhecimento.

 

Seguindo a intenção original, de promover o debate fecundo sobre a relação entre fé e cultura, a partir de 2015, o projeto Cultura e Fé: novos olhares propõe o debate em torno da “Transcendência na arte e no pensamento latino-americano”. O objetivo é percorrer a obra de diferentes artistas e pensadores “dessa parte do mundo”, identificando elementos que favoreçam a compreensão mais profunda do ser humano e de sua abertura ao transcendente. Sem dúvida, a alegria e a criatividade, características tão próprias desses povos de etnias mescladas, juntamente com a fé popular e engajada, por vezes expressão da resistência e da luta contra o sofrimento de séculos de amarras colonialistas, serão elementos presentes nesses encontros que pretendem, cada vez mais, aproximar crentes e não crentes.

 

Programação

Jorge Luis Borges e a Transcendencia

Yo he de quedar en Borges, no en mí (si es que alguien soy), pero me
reconozco menos en sus libros que en muchos otros o que en el
laborioso rasgueo de una guitarra. Hace años yo traté de librarme
de él y pasé de las mitologías del arrabal a los juegos con el tiempo y
con lo infinito, pero esos juegos son de Borges ahora y tendré que
idear otras cosas. Así mi vida es una fuga y todo lo pierdo y todo es
del olvido, o del otro. No sé cuál de los dos escribe esta página.
(Jorge Luis Borges, El hacedor. Buenos Aires: Emecé, 1960)

Dando continuidade à reflexão iniciada no Átrio dos Gentios de Buenos Aires, em novembro de 2014, no seu primeiro encontro desse ano, o projeto Cultura e Fé: novos olhares discutirá o tema Borges e a Transcendência. A intenção é retomar os escritos e a vida de um dos maiores escritores argentinos e internacionais, reconhecendo nele, como diz o Papa Francisco, “a base propícia para suscitar um fecundo diálogo cultural e o necessário intercâmbio de ideias que ajudem a entender mais profundamente o homem em suas relações interpessoais e sua abertura ao transcendente”. Mesmo que agnóstico, recorda o ainda Cardeal Bergoglio em Buenos Aires, Borges “rezava o Pai-nosso todas as noites, porque tinha prometido à sua mãe, e morreu assistido religiosamente”.

Com a participação de Daniel Goldman

Rabino ordenado pelo Seminário Rabínico Latinoamericano. M. A. Bible and Cognate Studies- Hebrew Union College. Cincinnati OH. Doctor of Hebrew Letters- Jewish Teological Seminary NY .NY. Rabino da Comunidad Bet El Buenos Aires Argentina.

Data: 19 de maio de 2015  |  Horário: 19h30  | Local: FTD Digital Arena (PUCPR)

Garanta sua inscrição. Clique aqui e faça agora.

Confira os photobooks deste projeto

Instituto Ciência e Fé em 2014: algumas considerações.

Em 2014, – já passados dois anos da retomada das atividades – o Instituto Ciência e Fé (ICF) teve como objetivo principal consolidar seu espaço e seu papel dentro da PUCPR, ao mesmo tempo que buscou tornar-se conhecido para o público externo ao universo acadêmico. Três princípios pautaram transversalmente seus projetos: 1) A aprendizagem do diálogo. É impossível promover um encontro transparente e profundo entre pessoas e saberes, sem o aprimoramento dos procedimentos de comunicação e a ampliação significativa dos lugares reais de acolhida. Aos poucos, percebe-se que é possível confrontar ideias, tendo em conta o respeito às diferentes formas de pensar e agir. Gera-se, nesse sentido, um verdadeiro “átrio dos gentios”. 2) A produção qualificada de conteúdos. Um dos aspectos centrais do ICF é contribuir para que a PUC, como Universidade Católica e Marista, gere conteúdos relevantes acerca de sua Identidade e possa, diante dos desafios sociais, científicos, religiosos e culturais de nossa época, diagnosticar e responder, sempre com maior qualidade, a estas demandas urgentes. 3) Sintonizada à Nova Evangelização. O processo dinamizador e diversificado dos projetos do ICF colaboram para que o necessário diálogo entre ciência, cultura e fé seja realizado com entusiasmo e responsabilidade, com especial atenção às características da contemporaneidade e sem perder de vista a “Alegria do Evangelho”. O esforço é de aproximar crentes e não crentes em torno de valores comuns, favorecendo a abertura ao transcendente, que para alguns se traduz na experiência de Deus e para outros, no encontro com o Desconhecido. Dessa forma, os próximos anos serão decisivos para que o ICF alicerce suas intencionalidades, colaborando para a realização da missão da PUCPR.

Workshop (240)
Um dos momentos marcantes do Instituto Ciência e Fé. O I Workshop do Observatório das Juventudes com o tema “Jovens e Horizontes Utópicos: Educação”.

 

 

Observatório das Juventudes

Por meio do Observatório das Juventudes, desenvolvemos atividades de investigação, levantamento e disseminação de informações sobre a situação dos jovens na área de abrangência do Grupo Marista – com ênfase na Região Metropolitana de Curitiba (PR). Ele está inserido no contexto das políticas de ações afirmativas em torno da temática juvenil e atua nos seguintes eixos: condição juvenil, práticas culturais e religiosas, políticas públicas, diálogo geracional e construção de metodologias de trabalho com os jovens.

 Conheça o site Observatório das Juventudes

Projetos Especiais e Parcerias

A realização de ações conjuntas internas e externas é uma das prioridades do Instituto Ciência e Fé. Esta interação permite o surgimento de novos projetos e a possibilidade de partilha de conhecimentos com outras áreas de saber.

2017

2015

O que é o mal? Como ele se mostra nas relações sociais? Por que existe o mal? Qual a resposta teológica para o mal presente na história da humanidade? Todas estas não são questões fáceis de pensar e analisar. A partir das mais diversas tragédias humanitárias do século XX e das que adentraram esse início do século XXI, percebe-se que o mal continua a se alastrar sobre a forma como se organizam e se relacionam as mais diversas sociedades. O papa Francisco tem chamado a atenção dos cristãos para que estejam atentos às dores humanas, para as situações gritantes de injustiça que tanto mal causam para os mais fragilizados pela sociedade capitalista. Em sua conta de Twitter, afirmou claramente que “a desigualdade é a raiz dos males sociais”. Também já alertou a todos sobre os males provenientes do que considera a “globalização da indiferença”. Para Francisco o capitalismo desenfreado significa “uma nova tirania”. O pontificado de Francisco tem sensibilizado mentes e corações para enxergar o mal praticado contra as vítimas do tráfico humano, da prostituição, da violação das crianças, do trabalho escravo, da guerra (refugiados), da intolerância religiosa, da fome, etc. O ciclo Teologia e Cinema. O mistério do mal pretende ser uma contribuição para que os participantes possam ter contato com uma leitura teológica a respeito do mal e de sua presença na vida em sociedade. Objetivos – Desafiar-se em uma leitura teológica das temáticas apresentadas pelos filmes que serão exibidos; – Analisar o mistério do mal presente na vida em sociedade; – Refletir sobre algumas facetas do comportamento humano inserido em um contexto social, cultural, econômico e político; Programação Serão realizadas quatro sessões de cinema, onde serão assistidos e debatidos os seguintes filmes: 14 de março O senhor das moscas (Harry Hook, Estados Unidos da América, 1990, 90 min.). 11 de abril Mephisto (István Szabó, Alemanha/Hungria/Áustria, 1981, 166 min.). Faça aqui sua inscrição. 09 de maio A fita branca (Michael Haneke, Alemanha/Áustria/França/Itália, 2009, 144 min.). Faça aqui sua inscrição. 13 de junho Hannah Arendt (Margarethe Von Trotta, Alemanha/França, 2012, 113 min.). Faça aqui sua inscrição. Informações: pelo e-mail cepat_cjciascuritiba@asav.org.br ou pelo telefone (41) 3349-5343. teologia_cinema_final-3

2014

Projeto visa atendimento ao público haitiano residente na Vila Torres, região do entorno da Universidade Iniciou em agosto o projeto Português para Estrangeiros com foco de atendimento ao público haitiano residente na Vila Torres, região do entorno da Pontifícia Universidade Católica (PUCPR). O projeto surgiu através da articulação entre Diretoria de Identidade Institucional, Instituto Ciência e Fé, Escola de Educação e Humanidades, Núcleo de Direitos Humanos e Núcleo de Línguas da PUCPR com o Instituto Vida Nova. Em meados de 2010, quando um grande terremoto devastou o país caribenho, iniciou-se um movimento migratório de haitianos para o Brasil que se intensifica a cada ano. De acordo com dados do Ministério da Justiça, atualmente existem mais de 21mil imigrantes trabalhando de forma regular no país. Na cidade de Curitiba, segundo a Pastoral do Migrante, o número está entorno de 2000 haitianos, do qual 60% são do sexo masculino, com idade entre 20 e 40 anos. Percebendo este contexto e a importância da aproximação com a comunidade do entorno, o Núcleo de Direitos Humanos da PUCPR reuniu lideranças da Vila Torres para viabilizar a capacitação qualificada dos imigrantes. “Nós entendemos que é de fundamental importância que a Universidade abra as portas e acolha os haitianos ofertando um curso que auxiliará a superar a primeira barreira que eles enfrentam ao chegar ao Brasil: o idioma” relatou Jucimeri Isolda Silveira, Coordenadora do Núcleo de Direitos Humanos. O projeto possui três grandes objetivos: o primeiro é o de desenvolver o conhecimento e as habilidades de produção e compreensão oral do português; o segundo é o de desenvolver estas capacidades para produção de gêneros textuais carta de apresentação e currículo, com o intuito de preparar os alunos para inserção no mercado de trabalho e o terceiro é o de abrir a possibilidade de campo de estágio para os alunos de letras português/inglês da PUCPR. Ane Cibele Palma, Coordenadora do Núcleo de Línguas da PUC PR, considera que esta também é uma possibilidade do Núcleo trabalhar com uma função social, vivenciando os valores Maristas. “Temos professores de diversas áreas e este projeto nos abre portas para que possamos desenvolver outras atividades com uma comunidade em situação de vulnerabilidade tão próxima de nós.” Para Teuvenot Elisias, um dos alunos do curso, o projeto concede a possibilidade de desenvolvimento humano e garante o acesso às oportunidades. “Temos muita dificuldade com a língua. Precisamos falar bem o português para poder ter acesso à Universidade – como cursos de graduação e pós-graduação, e a um trabalho digno.”

Núcleo de Direitos Humanos da PUCPR
Núcleo de Direitos Humanos da PUCPR
O Instituto Ciência e Fé em parceria com o Programa de Pós- Graduação em Filosofia promoveram palestra com Salma Tannus Muchail e o lançamento do livro “Michel Foucault – O corpo utópico e as heterotopias”. Um outro tom de Foucault. Um outro Foucault. Mais confessional e mais próximo da literatura. O corpo utópico, As heterotopias reúne duas conferências de 1966, que permaneciam inéditas até recentemente, seguidas de um posfácio assinado por Daniel Defert. “Em todo caso, uma coisa é certa, o corpo humano é o ator principal de todas as utopias. Afinal, uma das mais velhas utopias que os homens contaram para si mesmos não é o sonho de corpos imensos, desmesurados, que devorariam o espaço e dominariam o mundo? É a velha utopia dos gigantes, que encontramos no coração de tantas lendas, na Europa, na África, na Oceania, na Ásia, esta velha lenda que há tão longo tempo nutre a imaginação ocidental, de Prometeu a Gulliver.” (O corpo utópico) “Pois bem, sonho com uma ciência – digo mesmo uma ciência – que teria por objeto esses espaços diferentes, esses outros lugares, essas contestações míticas e reais do espaço em que vivemos. Essa ciência estudaria não as utopias, pois é preciso reservar esse nome para o que verdadeiramente não tem lugar algum, mas as hetero-topias, espaços absolutamente outros; e, forçosamente, a ciência em questão se chamaria, se chamará, já se chama ‘heterotopologia’.” (As heterotopias) f310bcc45147281f737d392ffb35dd9d Confira os photobooks deste projeto
O mestre em Teologia, doutorando em Mariologia pela Universidade de Dayton (EUA) e secretário do Papa Francisco na Jornada Mundial da Juventude em 2013, Pe. Alexandre Awi foi convidado do Instituto Ciência e Fé para realizar palestra e lançamento de seu livro. Com o título “Ela é minha mãe: encontros do Papa Francisco com Maria”, a obra aborda a relação próxima que o Sumo Pontífice possui com aquela que ele denomina como “a Mãe da Igreja”. O primeiro evento aconteceu na PUC Londrina e na PUCPR Curitiba.

Pe. Awi autografou todos os livros
Pe. Awi autografou todos os livros
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Projeto Grandes Estudos

O projeto se destina às pessoas com formação acadêmica e cultural que pretendem ampliar seus conhecimentos e estabelecer um exame crítico da atualidade. Os temas trabalhados estão de acordo com os objetivos do Instituto Ciência e Fé e os professores que ministram os cursos têm sólida formação acadêmica e notoriedade intelectual.

 

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Sala de Debates

O projeto Sala de Debates proporciona o encontro entre convidados dos eventos realizados pelo Instituto Ciência e Fé da PUCPR, alunos e professores do stricto sensu da Universidade. O intuito é permitir que os pesquisadores da PUCPR tenham acesso qualificado e profundo aos debates mais emergentes da atualidade e que são de interesse do ICF.

 

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Workshops

Os Workshops buscam favorecer formação e experimentação qualificada em temas específicos e comuns às áreas de interesse e pesquisa do ICF PUCPR. Eles são de caráter intensivo, dirigido a um grupo limitado de participantes.

 

Workshop da Juventude

O Workshop Jovens e Horizontes Utópicos tem como objetivo promover a investigação e a discussão sobre a pluralidade e complexidade da condição juvenil na atualidade, abordando temas relativos aos anseios, sonhos e desejos desta nova geração de jovens brasileiros. Além disso, ele pretende favorecer o diálogo entre pesquisadores e animadores de lideranças juvenis, com foco na geração de novos conhecimentos.

 

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Jornada de Estudos

As Jornadas de Estudo têm como objetivo aprofundar temas específicos investigados por nossos Observatórios. Com rigor acadêmico e apoio de especialistas de diversas áreas, as Jornadas são realizadas com a intenção de possibilitar aos participantes a construção de novos conhecimentos a partir do diálogo reflexivo. As Jornadas são, também, uma excelente oportunidade para divulgação, promoção e apresentação de resultados de pesquisas e observações científicas que integrem a temática debatida.

 

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Diálogos Contemporâneos

Os Diálogos Contemporâneos têm como objetivo a criação de pontes entre as diversas visões de mundo, em especial entre crentes e não crentes. Inserido no universo acadêmico, e a partir de uma conversa verdadeira sobre assuntos que tangem à existência humana e sua relação com o transcendente, espera-se traçar percursos comuns, nos quais a escuta qualificada e a interlocução transparente se transformem em fontes originárias para as buscas de sentido que, para aqueles que acreditam, traduz-se na experiência de Deus, e para outras pessoas, num encontro com o desconhecido.

Ao diálogo com as religiões, deve acrescentar-se hoje, sobretudo, o diálogo com aquelas pessoas para quem a religião é uma realidade estranha, para quem Deus é desconhecido, e contudo a sua vontade não é permanecer simplesmente sem Deus, mas aproximar-se d’Ele pelo menos como Desconhecido (Bento XVI, em 21 de dezembro de 2009).

 

Abertura científica da exposição internacional “Quem é o Homem do Sudário?”

 

Convidado:

Enrico Simonato

Membro da Comissão Diocesana da diocese de Sudário de Turim, Secretário do Centro Internacional de Sindonologia e Codiretor adjunto do Museu do Sudário de Turim.

 

Data: 31 de março de 2017

Horário: 19h30

Local: TUCA | PUCPR

 

Faça sua inscrição gratuitamente pelo site cienciaefe.pucpr.br

Vagas limitadas.

 

Os inscritos receberão declaração de participação mediante presença. A declaração deve ser solicitada pelo sistema no ato da inscrição.

“Neste breve e contundente ensaio Agamben mostra como, no encontro fugaz entre Pilatos e Jesus estava em jogo um evento enorme e inédito, para além do drama da paixão e da redenção. Neste encontro irreconciliável entre o “mundo dos fatos” e o “mundo da verdade”, provoca Agamben, como nunca em outro lugar na história do mundo, a eternidade cruzou a história em um ponto exemplar. O temporal foi atravessado pelo eterno”. Fonte: Boitempo Editorial

Na programação de Páscoa da PUCPR, o projeto Diálogos Contemporâneos do Instituto Ciência e Fé promoveu o debate: Pilatos e Jesus – uma análise do livro de Giorgio Agamben, com a presença do filósofo, teólogo e um dos tradutores do autor para o português, Selvino José Assmann e do teólogo João Luis Fedel Gonçalves.

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Olá, mundo!

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