I Encontro Brasileiro de Utilizadores do Software ATLAS.ti

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www.atlasti.com

O 1o. Encontro Brasileiro de Utilizadores do Software ATLAS.ti tem como objetivo o compartilhamento de experiências no uso do software ATLAS.ti nas pesquisas qualitativas.

Este encontro tem caráter multidisciplinar e permitirá aos pesquisadores partilharem métodos, técnicas e encaminhamentos no tratamento de dados qualitativos utilizando o software ATLAS.ti.

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INSCRIÇÕES PARA O CURSO

INSCRIÇÕES PARA O ENCONTRO E SUBMISSÃO DE TRABALHOS

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ENSALAMENTO APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS

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PROGRAMAÇÃO ESPECÍFICA

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COMISSÃO ORGANIZADORA

Dilmeire Sant’Anna Ramos Vosgerau (PUCPR)

Ricardo Contreras (Diretor de Formação e Desenvolvimento de Parcerias de ATLAS.ti para as Américas)

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COMISSÃO CIENTÍFICA

EIXO TEMÁTICO: MÉTODOS QUALITATIVOS UTILIZANDO ATLAS-TI

Michele Dyck Simonian (IFPR)

Dagmar Heil Procrifka (SME)

Patrícia Meyer (IFPR)

 

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IV Colóquio Luso-Brasileiro de Educação a Distância e E-learning

Com traço

Os vínculos entre Brasil e Portugal vão muito além do enfoque histórico, são parceiros nos campos científico, tecnológico, cultural e educacional. Esta cooperação vem gerando muito desenvolvimento, superação de barreiras culturais e linguísticas que aproximam os povos e possibilitam uma comunicação mais adjacente entre os dois lados do Atlântico.

A elaboração de ações conjuntas, promoção de discussões, troca de experiências e produção de conhecimento na área relativa à Educação a Distância e à Educação Online, tem conectado instituições de Educação Superior desses dois países com a finalidade de aproximação de projetos, programas e iniciativas no domínio da pesquisa e da docência.

O IV Colóquio Luso-Brasileiro de Educação a Distância e E-learning de 2018, a ser realizado em Curitiba, pelo curso de Pedagogia e o Programa de Pós Graduação da Pontifícia Universidade Católica do Paraná em parceria alargada com a Universidade Aberta de Portugal, envolvendo o Laboratório de Educação a Distância e E-learning (LE@D) e o Departamento de Educação e Ensino a Distância (DEED) busca, junto com a participação de várias comunidades acadêmicas tanto portuguesas como brasileiras, dar continuidade a esse projeto, apresentando e debatendo os desenvolvimentos de ponta mais recentes nesta área inovadora, partilhando e construindo saberes, e também estabelecendo as bases para iniciativas conjuntas de colaboração com grande impacto nacional e internacional.

 

INSCRIÇÕES

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ENSALAMENTO APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS

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PROGRAMAÇÃO ESPECÍFICA

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COMISSÃO ORGANIZADORA

Alfredo Matta (UNEB)

António Moreira Teixeira (Universidade Aberta – LE@D)

Lúcia da Graça Cruz Domingues Amante (Universidade Aberta – LE@D)

Marilda Aparecida Behrens (PUCPR)

Patrícia Lupion Torres (PUCPR)

Reginaldo Rodrigues da Costa (PUCPR)

Teresa Cardoso (Universidade Aberta – LE@D)

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COMISSÃO CIENTÍFICA

(por Eixos Temáticos)

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FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM DIVERSOS NÍVEIS E MODALIDADES DE ENSINO

Isolina Oliveira (Universidade Aberta – LE@D)

Reginaldo Rodrigues da Costa (PUCPR)

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MODELOS E PROCESSOS PEDAGÓGICOS EM EDUCAÇÃO ONLINE

Lina Morgado (Universidade Aberta – LE@D)

Jacques de Lima Ferreira

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REALIDADE VIRTUAL E REALIDADE AUMENTADA

Teresa Cardoso (Universidade Aberta – LE@D)

Fabiana Andrioli (PUCPR)

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PRÁTICAS EM EDUCAÇÃO DIGITAL, EDUCAÇÃO ONLINE, BLENDED LEARNING E ENSINO HÍBRIDO

João Carlos Sacadura de Sousa Paz (Universidade Aberta – LE@D)

Suyanne Tolentino de Souza (PUCPR)

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EDUCAÇÃO ABERTA: RECURSOS E PRÁTICAS EDUCACIONAIS

António Quintas Mendes (Universidade Aberta – LE@D)

Luciane Hilu (PUCPR)

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TECNOLOGIAS EMERGENTES

Pedro Barbosa Cabral (Universidade Aberta – LE@D)

Barbara Raquel Corrêa(PUCPR)

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EAD POLÍTICAS E LEGISLAÇÃO EDUCACIONAIS

António Teixeira (Universidade Aberta – LE@D)

Fabiane Lopes de Oliveira (PUCPR)

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MOBILE LEARNING

Teresa Margarida Loureiro Cardoso (Universidade Aberta – LE@D)

Patrícia Lupion Torres  (PUCPR)

Katia Ethiénne Esteves dos Santos (PUCPR)

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ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO DIGITAL

Maria Manuela Amado da Silva Francisco (Universidade Aberta – LE@D)

Leonardo Gonçalves (PUCPR)

Priscila Ximenes Souza do Nascimento (PUCPR)

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JOGOS E GAMIFICAÇÃO

Alda Pereira (Universidade Aberta – LE@D)

Raquel P. Glitz Kowalski (PUCPR)

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AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: RECURSOS E CONTEXTOS DIGITAIS

Lúcia da Graça Cruz Domingues Amante (Universidade Aberta – LE@D)

Liliam Maria Born Martinelli

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METODOLOGIAS INOVADORAS EM EDUCAÇÃO

Maria Luísa Lebres Aires (Universidade Aberta – LE@D)

Marilda Aparecida Behrens (PUCPR)

Edna Liz Prigol (PUCPR)

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COMISSÃO LOCAL

Barbara Raquel do Prado Gimenez Correa

Claudete Maria Zaclikevic

Daniele Saheb

Edna Liz Prigol

Mirian Celia Castellain  Guebert

Priscila Ximenes Souza do Nascimento

Solange Helena Correa

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COMISSÃO CULTURAL

Silvia Maria de Moraes Monteiro Pazello

Viviane Munare Kulv

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COMISSÃO DE ESTRUTURA FÍSICA E LOGÍSTICA

Daniele Gureski Rodrigues

Edna Liz Prigol

Mirian Celia Castellain  Guebert

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COMISSÃO DE RECEPÇÃO

Maria Elisabeth Blanck Miguel

Marilda Aparecida Behrens

Romilda Teodora Ens

Sirley Terezinha Filipak

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SECRETARIA GERAL

Claudete Maria Zaclikevic

Priscila Ximenes Souza do Nascimento

Solange Helena Corrêa

Thais Pacievitch

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Átrio dos Gentios 2018

O SENTIDO DA VIDA

As buscas por sentido sempre fizeram parte dos anseios humanos. Por estarmos em constante amadurecimento, encontramos os significados da vida no processo mesmo de nossas experiências, em nossas decisões e nas circunstâncias que nos são próprias. Nesse itinerário, repleto de possibilidades, é que nos descobrimos singulares e coletivos e nos reconhecemos como seres de escolhas, capazes de planejar o futuro, ressignificar o presente e aprender com o passado. Aos poucos, igualmente, adquirimos a habilidade de lidar com os nossos êxitos e com as nossas frustrações, com liberdade e responsabilidade.

Por isso, diante da fronteira do imediatismo e da premência do presente, que por vezes nos impedem de compreender o valor profundo de nossa existência, é que somos convidados a refletir sobre o Sentido da Vida. Não estamos em busca de respostas definitivas, mas pelo contrário, nosso objetivo é construir lugares inspiradores de diálogo, de encontro verdadeiro e de abertura ao transcendente.

PROGRAMAÇÃO

 

A VIDA, SUAS HISTÓRIAS E SEUS SENTIDOS

Sessão comentada de trechos do filme IVÁN

Comentários do diretor Guto Pasko

Dia 3 de setembro, 15h

Dia 5 de setembro, 10h

FTD Digital Arena

 

Exibição integral do filme IVÁN

Dia 3 de setembro, 9h30

Dia 4 de setembro, 13h

FTD Digital Arena

 

CINEMA E SENTIDO DA VIDA

Encontro entre Marina Person e Dario Edoardo Viganò

Dia 3 de setembro, 19h30

TUCA | Bloco 2 (Azul)

 

SENTIDOS E CAMINHOS DE VIDA

Diálogo com estudantes

Painéis com Amanda MalucelliAna Cardoso e Kauanna Batista Ferreira

Dia 4 de setembro, 10h

TUCA | Bloco 2 (Azul)

 

JOVENS DIALOGAM SOBRE PROJETO DE VIDA

Encontro das juventudes

Com Fagner Zadra Ana Flávia da Silva

Dia 4 de setembro, 15h

TUCA | Bloco 2 (Azul)

 

MUNDO, SENTIDO E TRANSCENDÊNCIA

Encontro entre Sônia Bridi e Tomáš Halík

Dia 4 de setembro, 19h30

TUCA | Bloco 2 (Azul)

 

VIDA UNIVERSITÁRIA E SAÚDE MENTAL  

Seminário para educadores com Marcelo Veras

Dia 5 de setembro, 15h

FTD Digital Arena

 

ÁTRIO CULTURAL

Show de Almir Sater

Dia 5 de setembro, 19h30

TUCA | Bloco 2 (Azul)

Dossiê | Uma ética para os novos tempos

Fruto das reflexões realizadas ao longo do ano de 2017, o Dossiê ‘Uma ética para os novos tempos’ reúne entrevistas, reportagens e ensaios temáticos sobre os projetos desenvolvidos pelo Instituto Ciência e Fé da PUCPR no ano em questão.

Publicação: Instituto Ciência e Fé da PUCPR

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Boletim | De olho nas Juventudes, nº 3

Vol. 3 – Fevereiro de 2018

A 3ª edição do boletim “De olho nas Juventudes” traz a relação “Juventude e Trabalho” como tema. Nas últimas décadas, o trabalho tem significado um problema social quando nos referimos aos jovens. A dificuldade de conseguir o primeiro emprego, a falta de experiência e quase sempre de oportunidade, a ausência de qualificação, a necessidade de conjugar trabalho e estudo, as crises econômicas, a automação, a informalidade, etc., são alguns dos fatores críticos que tornam esse grupo social mais vulnerável a um mercado exigente, volátil e quase sempre desigual.

Publicação: Observatório das Juventudes | Instituto Ciência e Fé

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Olhares sobre o PROUNI na PUCPR

Desde 2010, a Rede Marista de Solidariedade estabelece o Ciclo Advocacy como modalidade de atuação no eixo de defesa e promoção dos direitos de crianças, adolescentes e jovens. A metodologia, embasada em referenciais teóricos e boas práticas, estabelece passos de elaboração, desenvolvimento e avaliação de ações que buscam a garantia de direitos. Esta publicação faz parte do Ciclo Advocacy: Acesso e Permanência de estudantes bolsistas no Ensino Superior. O livro reúne resultados de pesquisas desenvolvidas por um grupo de professores da PUCPR com seus estudantes de iniciação científica. A publicação também conta com relatos de vivências de estudantes e ex-estudantes bolsistas na PUCPR. Este projeto foi organizado e coordenado pelo Observatório das Juventudes, parte integrante da área identitária da PUCPR, juntamente com o Instituto Ciência e Fé.

Publicação: Observatório das Juventudes | Instituto Ciência e Fé

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Projeto ‘Nunca me sonharam’

Nunca me sonharam: juventude, educação e mundo do trabalho

10 de maio de 2018

Nunca me sonharam: PUCPR debate o ensino médio brasileiro

16 de outubro de 2017

Dossiê Átrio dos Gentios

O Átrio dos Gentios 2016 foi marcado por uma programação que favoreceu o diálogo entre intelectuais, artistas, acadêmicos e outros públicos dispostos a discutir sobre a existência humana e suas relações com o transcendente. Diante do compromisso de continuar as discussões iniciadas em abril de 2016, o Instituto Ciência e Fé oferece esta publicação para que possamos aprofundar tão relevante tema.

Publicação: Instituto Ciência e Fé da PUCPR

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Boletim | De olho nas Juventudes, nº 2

Vol. 2 – Agosto de 2017

Dando sequência à série “De olho nas Juventudes”, esta segunda edição, traz o Ensino Superior no Brasil como tema. O boletim apresenta um panorama do Ensino Superior no Brasil e traz dados que revelam o perfil do estudante universitário, os cursos que buscam, aos quais têm acesso, informações sobre evasão, trabalho, e questões de gênero, raciais, econômicos e dados locais. O material, destinado à docentes e lideranças universitárias, busca também refletir o papel da Universidade no enfrentamento à esse problema social.

Publicação: Observatório das Juventudes | Instituto Ciência e Fé

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II SIMPÓSIO DE DIREITOS HUMANOS | Submissão de trabalhos

O prazo final para submissão de trabalhos será dia 30 de outubro de 2017.

E-mail para envio de trabalhos: nucleodireitoshumanos@pucpr.br

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Os trabalhos para o Simpósio serão apresentados na forma de comunicação oral, por meio da metodologia de roda de conversa, na qual cada resumo aceito terá 5 minutos para ser brevemente apresentado no eixo temático correspondente, oportunizando maior interação e troca de experiências entre os participantes. Serão recebidos Resumos sobre pesquisas concluídas ou em andamento, bem como relatos de experiência contendo:

  • Nome do Eixo Temático para o qual a comunicação se direciona;
  • Título da comunicação;
  • Nome(s) do(s) proponente(s), mencionando a titulação e a vinculação institucional;
  • Instituição financiadora da pesquisa (se houver);
  • Resumo;
  • Palavras-chave: entre 3 e 5 palavras, separadas por ponto e vírgula.

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Normas para envio de trabalhos:

  • Cada participante poderá enviar até dois trabalhos na forma de resumo;
  • Cada resumo poderá ter até 3 autores;
  • Os resumos deverão ser enviados em arquivo Word e formatados com fonte arial; tamanho 12; espaçamento entre-linhas 1,5; margem sup. 3, esq. 3, dir.2, inf.2.
  • Deverá conter entre 350 e 600 palavras, apresentando o tema do trabalho, os objetivos, a metodologia utilizada e as conclusões.
  • O envio deverá ser feito por email com o eixo temático de interesse do proponente apontado no item assunto do email.
  • Email para envio de trabalhos: nucleodireitoshumanos@pucpr.br
  • Arquivos enviados fora da formatação ou sem o eixo temático constando no assunto do email não serão considerados para avaliação.

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EIXOS TEMÁTICOS

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  • Eixo TemáticoRelações Étnico-Raciais e Indígenas: Identidade e Descolonidade

Este eixo temático objetiva estabelecer uma reflexão acerca das contribuições do pensamento fronteiriço e os elementos que subsidiam os vieses da descolonidade e da identidade e os caminhos possíveis de ruptura do velho legado da colonialidade eurocentrica que subjugava os africanos, seus descendentes da diáspora africana e as populações indígenas, bem como o fato de suas contribuições serem invisibilizadas pelo pensamento ocidental colonial. As reflexões abordarão a identidade negra e indígena e as condições de reconhecimento por meio da ancestralidade. Também serão analisadas as estruturas, os modos de ser e o potencial de destruição do mundo e da humanidade pela colonialidade. Desta forma, os trabalhos privilegiarão temas oriundos dos filósofos africanos e dos pensadores que refletem sobre a afrodiáspora no Brasil e nos demais países da América Latina. Pretende-se projetar um novo significado aos modos de ser, pensar e conviver de mulheres, homens e suas diversidades sexuais e raciais, mediados pelos conhecimentos da filosofia e ciências contemporâneas. (email para envio de trabalhos: nucleodireitoshumanos@pucpr.br).

Coordenação: Dr. Sergio Nascimento, Doutorando Abel Ribeiro, Doutorando Iziquel Radvanskei

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  • Eixo temático: Direitos Humanos, Saúde Mental e Políticas Públicas

O campo das políticas públicas em saúde mental é marcado historicamente pela violação sistemática dos direitos das pessoas que apresentam algum tipo de transtorno comportamental. A criação de instituições psiquiátricas e a aplicação de práticas manicomiais gravemente comprometidas do ponto de vista ético foram possíveis porque se apoiavam num discurso sobre a loucura que a classificava como escuridão das sombras, frente à clarividência constituinte do ego racional psiquiátrico. A loucura, ao ser concebida pela psiquiatria como ausência de um pensamento verdadeiro, favoreceu a ampliação da distância entre os conceitos de normal e anormal, sanidade e insanidade, legitimando políticas de exclusão e práticas médicas caracterizadas pela lógica da experimentação e da tortura. No contexto de crise política e econômica e da ascensão de práticas conservadoras e moralistas ganham força os discursos e as políticas de natureza autoritária, higienista e excludente no campo da saúde mental e das políticas públicas, principalmente aquelas voltadas à população em situação de rua e aos usuários de álcool e outras drogas. Nesse sentido, o objetivo desse grupo de trabalho é refletir sobre os discursos presentes na sociedade que de alguma forma associam-se a tais práticas, bem como investigar outras narrativas possíveis que possam possibilitar alternativas mais éticas de prevenção, intervenção e cuidado. (email para envio de trabalhos: nucleodireitoshumanos@pucpr.br)

Coordenação: Dr. Rodrigo Alvarenga, Drª Jucimeri Isolda Silveira e Drª Solange Fernandes, Esp. Henrique Costa Brojato

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  • Eixo Temático: Desigualdades, Direitos Humanos e Mediação de Conflitos

O Objeto do eixo é problematizar, apresentar e debater, à luz de abordagens interdisciplinares e da teoria crítica dos direitos humanos, argumentos teóricos e proposições empíricas capazes de pensar e efetivar propostas político-pedagógicas de enfrentamento e solução de conflitos que envolvam crianças, adolescentes e jovens, preferencialmente aqueles/as que se encontram em situação de pobreza e vulnerabilidade social. (email para envio de trabalhos: nucleodireitoshumanos@pucpr.br).

Coordenação: Dr. Cezar Bueno de Lima, Drª Jucimeri Isolda Silveira, Drª Mirian Guebert, Dr. Lindomar Boneti

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  • Eixo Temático: Governança democrática, defesa de direitos, participação e políticas públicas

Este eixo contempla a sistematização de pesquisas e práxis em direitos humanos, especialmente na área das infâncias e juventudes, sobre desigualdades, vulnerabilidades e enfrentamento das violências e outras formas de enfrentamento das violações de direitos. Objetiva, ainda, dar visibilidades às estratégias de fortalecimento da democracia participativa e deliberativa nos espaços institucionalizados ou não, assim como os mecanismos de fortalecimento da integralidade da proteção social na relação entre políticas públicas e sistema de justiça, assim como as formas de participação na direção da qualificação dos direitos e das políticas públicas na relação entre Estado e sociedade civil. (email para envio de trabalhos: nucleodireitoshumanos@pucpr.br).

Coordenação:  Drª Jucimeri Silveira, Drª Marcia Terezinha Oliveira, Drª Denise Colin, Drª Andrea Braga Curralinho, Drª Viviane Aparecida da Silva

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  • Eixo Temático:  Educação em Direitos Humanos: Diversidade, Gênero e Religiões.

Discussão dos fundamentos teórico-metodológicos da análise diferenciação/articulação das relações sociais de gênero, diversidade e religiões enquanto categoria analítica, cultural e social e histórica. Especialmente em um contexto de profundas mudanças econômicas, culturais e políticas.  O GT busca retratar, os significados atribuídos, a trajetória da construção da problemática de gênero, diversidade e crenças religiosas tendo em vista a defesa, afirmação e o fortalecimento dos direitos humanos, numa perspectiva da democracia, do protagonismo, da cidadania. (email para envio de trabalhos: nucleodireitoshumanos@pucpr.br).

Coordenação:  Drª Jaci de Fátima Souza Candiotto, Ms. Darli de Fátima Sampaio, Drª Solange Fernandes, Dra Maria Izabel Pires.

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  • Eixo Temático: Defesa de direitos, metodologias, participação de crianças e adolescentes

Este eixo dedica-se por um lado à reflexão sobre estudos sociais e metodologias de pesquisa científica com e sobre crianças e adolescentes; e por outro, à visibilidade de práticas educativas em torno dos direitos humanos das infâncias. Objetiva-se observar, especialmente, as estruturas e os modos como acontece a participação de meninos e meninas nos espaços de socialização em que estão inseridos. E, pretende-se, ainda, disseminar as estratégias em sociedade que asseguram e fortalecem a participação das infâncias, à luz do princípio da sua prioridade absoluta nas políticas públicas, e do seu direito à participação social. (email para envio de trabalhos: nucleodireitoshumanos@pucpr.br).

Coordenação: Ms. Bárbara Pimpão, Ms. Beatriz Caitana da Silva, Ms. Gillys Vieira da Silva, Ms. Angela Jeiss

 

I SIMPÓSIO DAS JUVENTUDES | Submissão de trabalhos

As Sessões de Comunicação são espaços de interlocução e debate sobre a temática proposta (veja abaixo a lista dos GRUPOS DE TRABALHOS), fomentado a partir de relatos de investigações científicas (concluídas ou em andamento) e relatos de experiências. Podem propor a apresentação de um trabalho: jovens, profissionais, professores e pesquisadores que se dediquem a temas relacionados a um dos subtemas propostos nas ementas abaixo.

O proponente deverá submeter o resumo (proposta de comunicação), conforme critérios indicados nas “ORIENTAÇÕES PARA ENVIO DE PROPOSTA DE COMUNICAÇÃO” até o dia 20 de outubro de 2017.

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ORIENTAÇÕES PARA ENVIO DE PROPOSTA DE COMUNICAÇÃO

A Proposta de Comunicação (RESUMO) deverá conter OBRIGATORIAMENTE (nessa ordem):

  • Nome do Grupo de Trabalho para o qual a comunicação se direciona;
  • Título da comunicação;
  • Nome(s) do(s) proponente(s), mencionando a titulação e a vinculação institucional;
  • Instituição financiadora da pesquisa (se houver);
  • Resumo – entre 350 e 600 palavras*, apresentando o tema do trabalho, os objetivos, a metodologia utilizada e as conclusões.;
  • Palavras-chave: entre 3 e 5 palavras, separadas por ponto e vírgula.

Deverão ser observados os seguintes critérios para o envio de propostas de comunicações:

  • A comunicação deve ser de autoria do (s) proponente (s);
  • É vedada a apresentação de mais de uma comunicação pelo mesmo proponente;
  • Para fins de diagramação, favor enviar os resumos na fonte Arial; tamanho 12; espaçamento entrelinhas 1,5; margem sup. 3 cm, esq. 3 cm, dir.2 cm, inf.2 cm.

* Elementos pré-textuais e palavras-chave não somam nas 350 a 600 palavras.

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GRUPOS DE TRABALHO

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GT1 – JUVENTUDE E CULTURA

Coordenador: Cauê Kruger

Em meio ao frenesi da sociedade contemporânea já não é mais suficiente conceber a categoria “Juventude” apenas como uma construção social e histórica de caráter plural. As juventudes contemporâneas são atravessadas por tamanhas transformações identitárias, tecnológicas, midiáticas e subjetivas que sua complexidade desestabiliza tentativas sistematizadoras baseadas em critérios etários ou geracionais convencionais e no processo de transformação do self da “infância” à “vida adulta”, que tende a ser, em si mesmo, questionado. Correspondentemente, a produção acadêmica sobre o tema é vasta e efervescente. O presente GT tem por objetivo, portanto, abrigar debates com fundamentação analítica nas ciências sociais que apresentem propostas teóricas, empíricas ou etnográficas acerca dos cruzamentos entre juventudes, identidades, sociabilidades, simbolismo e cultura conferindo especial ênfase às construções corporais, práticas de interação e formação de grupos sociais, consumo, linguagens e formas expressivas.

Para submeter trabalho, encaminhar proposta para juventude.cultura2017@gmail.com

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GT2 – JUVENTUDE E EDUCAÇÃO

Coordenador: Maria Lourdes Gisi

Serão aceitos trabalhos resultantes de pesquisas desenvolvidas ou em desenvolvimento de âmbito nacional e internacional e relatos de experiência que contemplem: O jovem como sujeito de direitos e as iniciativas educacionais focalizadas nos segmentos juvenis da sociedade brasileira. Propostas educativas para juventude na perspectiva da diversidade, com seus contornos específicos nos diferentes contextos sociais. A escola enquanto espaço de sociabilidades e aprendizado sobre o tema juventude. Adoção de novas práticas pedagógicas em resposta aos desafios contemporâneos da educação brasileira. Correlação entre os indicadores socioeconômicos e o acesso à educação. Acesso de estudantes da escola pública a educação superior de qualidade e políticas públicas de inclusão dos grupos historicamente excluídos. Acesso e permanência do jovem trabalhador.

Para submeter trabalho, encaminhar proposta para juventude.educacao2017@gmail.com

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GT3 – JUVENTUDE E ESPIRITUALIDADE

Coordenador: Jelson Oliveira

Trata-se de pensar a espiritualidade em seu sentido pleno e amplo, condizente com os anseios da juventude e em suas expressões contemporâneas e de acordo com os envolvimentos concretos dos jovens com a sua realidade concreta. Nesse sentido, o GT pretende refletir sobre os desafios da experiência espiritual dos jovens no mundo contemporâneo, marcado pelo vazio, pelas incertezas, pelo consumismo e pela exigente competência técnico-profissional, que acabam por bloquear o acesso tanto à imanência do Ser próprio, quanto à transcendência. Trata-se, portanto, de pensar a mútua articulação entre esses dois âmbitos da vida que constituem a riqueza da vida espiritual.

Para submeter trabalho, encaminhar proposta para juventude.espiritualidade2017@gmail.com

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GT4 – JUVENTUDE E GENERO

Coordenadora: Darli de Fátima Sampaio

Discussão dos fundamentos teórico-metodológicos da análise diferenciação/articulação das relações sociais de gênero, enquanto uma categoria analítica, cultural e histórica, bem como a construção sócio histórica das juventudes, especialmente em um contexto de profundas mudanças culturais e políticas. Retrata, os significados atribuídos, a trajetória da construção da problemática de gênero e juventudes, as diferenciações de classe, racial/étnicas, com incidência na organização doméstico-familiar e no mundo do trabalho em vista da promoção e fortalecimento da democracia, do protagonismo, da cidadania e na constituição de sujeitos políticos.

Para submeter trabalho, encaminhar proposta para juventude.genero2017@gmail.com

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GT5 – JUVENTUDE E PARTICIPAÇÃO POLÍTICO-SOCIAL

Coordenador: Rodrigo de Andrade

A presença da juventude na sociedade brasileira se alargou e intensificou nos últimos anos, tanto em contingente como em multiplicidade de atores. São muitos os segmentos juvenis que hoje se fazem visíveis e presentes, por meio   dos   mais   variados   tipos   de   coletivos, organizações   e movimentos, apresentando uma gama variada de demandas e reivindicando participação e interferência na vida social, cultural e política do país. Diante desse cenário, governos e organizações sociais são desafiados a acolher, interpretar e reconhecer essas novas e criativas formas de participação sociopolítica. Este GT busca promover a reflexão em torno deste tema a partir de produções acadêmicas que com ele dialoguem, visando subsidiar a criação de políticas públicas e mecanismos sociais de participação que contemplem as reivindicações e os métodos de incidência sociopolítica próprias da juventude contemporânea.

Para submeter trabalho, encaminhar proposta para juventude.participacao2017@gmail.com

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GT 6 – JUVENTUDE E RELAÇÕES ETNICOS-RACIAIS

Coordenador: Sérgio Nascimento

Este grupo considera a heterogeneidade da condição e situação juvenil negra em face das relações-étnico-raciais, com as repercussões e demandas nas políticas sociais em diferentes dimensões (trabalho, educação, saúde, cultura, entre outros). Apresentando a diversidade como expressões das práticas culturais juvenis. Suas tensões, perspectivas, desejos, sonhos como participantes da sua formação indenitária. O eixo temático tem como objetivo enfatizar temas que problematizem questões: culturais, identidades, participação na política, tecnologia, sociabilidade, processos educativos escolares e não escolares, religiosos.

Para submeter trabalho, encaminhar proposta para juventude.etcnicoracial2017@gmail.com

Relatório Anual de Atividades 2016

Entre as muitas conquistas de 2016, o Instituto Ciência e Fé da PUCPR (ICF) ampliou sua internacionalidade, em especial com dois projetos, o Átrio dos Gentios e o Mistério e o Som do Universo: um debate sobre as ondas gravitacionais. Com as experiências já existentes, como o Café Filosófico, os Diálogos Contemporâneos, as Publicações, entre outros, aos poucos vamos aprendendo a construir relações sólidas, que ampliam e aprofundam o debate em torno de novas ideias e de diferentes formas de compreender a realidade. Com isso, o ICF avança um pouco mais num de seus principais objetivos, que é o de garantir um portfólio consistente e qualificado de projetos, transformando-se numa referência interna e externa no debate entre ciência, cultura e fé. Muito ainda precisa ser realizado, mas a certeza de fazer processo com responsabilidade, ciente das potencialidades e das fragilidades, serve de ânimo para o caminho que ainda precisa ser trilhado e do qual, diga-se de passagem, temos muitos e muitos quilômetros a percorrer!

Conteúdo | Fabiano Incerti e Rodrigo de Andrade

Projeto gráfico e diagramação | Nina Zambiassi

Revisão | Juliana Satie Oshima

Analista de Projetos | Andreia Bogo Betiati

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Mística, sabedoria e autoridade no século XIX: estudos sobre o Irmão Francisco, primeiro superior geral dos Irmãos Maristas.

Irmão Francisco é discípulo das primeiras horas, dos tempos de La Valla. Tinha não mais que 11 anos quando aceitou a proposta de Champagnat para formar parte de seu incipiente projeto de Instituto. Cresce ao lado do Fundador e se torna seu primeiro sucessor. Mais tarde, é beatificado e a Igreja reconhece a heroicidade das virtudes. Apesar disso, há carência de pesquisas que ajudem a entender melhor o Irmão Francisco, tanto em relação a seu tempo, bem como em relação à história Marista. Pouco se estudou, por exemplo, sobre seus Cadernos e Cartas, tampouco há análises aprofundadas sobre sua biografia e personalidade. Mesmo o fato de pertencer à galeria dos “santos maristas” não torna seus escritos e sua vida uma fonte para a espiritualidade marista. Esta publicação cumpre, em parte, o objetivo de tornar o Irmão Francisco mais conhecido na riqueza de sua história e na profundidade de seus escritos e de seu modo de vida.

Publicação: Instituto Ciência e Fé da PUCPR e Memorial Marista
Editora: PUCPRESS

Indisponível para download

Ciclo de Conferências

2018 | A literatura contra o ódio

13 de abril | Mia Couto

2017 | Uma ética para os novos tempos

10 de outubro | Gilles Lipovetsky

25 de abril | Michel Maffesoli

Caderno Ciência e Fé | Anunciar Jesus em tempos difíceis

Vol 5. N. 1 – 2017

Nos últimos anos, o Pe. Zezinho estreitou seus laços com a Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Em 2015,
suas letras e canções foram debatidas no projeto Diálogos Contemporâneos do Instituto Ciência e Fé. Em março de 2016, recebeu da PUCPR o título de Doutor Honoris Causa. Nas páginas que se seguem, os dois primeiros textos comentam a trajetória e a importância do Pe. Zezinho para a Igreja, para a sociedade e, por que não dizer, para a música brasileira. O último texto trata-se da conferência que ele pronunciou em sua Aula Magna no teatro TUCA.

Publicação: Instituto Ciência e Fé da PUCPR
Editora: PUCPRESS

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Boletim | De olho nas Juventudes

Vol 1. N. 1 – Março de 2017

A série “De olho nas Juventudes” pretende oferecer uma ferramenta de análise dos dados estatísticos mais significativos que são veiculados sobre os jovens em pesquisas oficiais e não oficiais. Nesse primeiro número abordaremos o tema da “Mortalidade Juvenil no Brasil”. Esperamos que com esse material possamos colaborar com as discussões e reflexões sobre a realidade juvenil brasileira.

Publicação: Observatório das Juventudes | Instituto Ciência e Fé

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Núcleo Ecumênico e de Diálogo Inter-Religioso

O Núcleo Ecumênico e de Diálogo Inter-Religioso (NEIR) é um organismo acadêmico da PUCPR ligado ao Programa de Pós-graduação em Teologia e ao Instituto Ciência e Fé. Surgido em 2013, visa oportunizar reflexões acadêmicas sobre o pluralismo religioso na atualidade, o ecumenismo e o diálogo inter-religioso. Para isso, promove projetos em parceria com grupos e expressões da Instituição, bem como com igrejas, tradições religiosas e organizações afins.

Eixos de ação:

Pesquisa
Eventos
Espiritualidade

Grupo de pesquisa – Teologia, Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso

Inserida no contexto sociocultural e religioso da atualidade, à Teologia impõe-se a questão do pluralismo eclesial e religioso. No âmbito cristão, existem diferentes compreensões e vivências da mensagem cristã, com tensões entre doutrinas e práticas. A intensa emergência do religioso se manifesta de modo plural, com uma série de implicações: 1) o questionamento sobre a identidade religiosa, a pretensão de veracidade, singularidade e universalidade; 2) a urgência da interação, do diálogo e da cooperação; 3) a interação entre religiões e sociedade. Isso desafia a teologia que se propõe a analisar o contexto religioso plural, as possibilidades e os desafios para o intercâmbio de convicções de fé, o papel das igrejas e das religiões na esfera pública. Esse fato exige da reflexão teológica uma apurada análise das diferentes expressões de fé, no interior do cristianismo e das religiões, buscando compreender sua natureza, conteúdo e orientações práticas para as relações humanas.

Líder do grupo: Prof. Dr. Elias Wolff

Parceria: Programa de Pós-Graduação em Teologia da PUCPR

Projeto Painéis Temáticos: Ecologia Integral e Ecumenismo

Painéis temáticos 2

Os painéis temáticos buscam relacionar fé, sociedade, ética e Ecologia Integral. Desta forma, apresentam-se as seguintes interfaces: ecumenismo; meio-ambiente; antropologia; cultura e sociedade; economia e política. Estes temas expõem a preocupação por uma Igreja de Jesus Cristo comprometida com a realidade em sua integralidade.

Destina-se a pessoas comprometidas com o bem comum, lideranças eclesiais, acadêmicos, entre outros.

Acesse a cartilha deste projeto: http://www.youblisher.com/p/1732902-Cartilha-MOVEC/

Cartilha MOVEC_online_Página_11

Parceria: Fundo Diocesano de Solidariedade de Curitiba (FDS), Movimento Ecumênico de Curitiba (MOVEC)